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6 filmes que estão concorrendo ao Oscar 2017 que você precisa ver

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Olá, olá! Por aí vai tudo bem? Aqui quem vos escreve mais uma vez é o Gui Guimarães (dono da página de cinema Claquette). Antes de mais nada, peço desculpa pelo meu sumiço. Você sabe, né? Fim e começo de ano nos tiram totalmente da rotina e a gente acaba ficando meio sem ritmo para escrever e fazer as coisas bonitinhas que nos deixam felizes, não é verdade? Porém, aqui estou eu falando daquilo que mais amo na vida: Cinema. Hoje trago dicas especiais de filmes que estão concorrendo ao Oscar deste ano e que precisam ser vistos não só para você ficar por dentro do circuito de cinema hollywoodiano, mas também para acrescentar positivamente na sua formação como pessoa e cidadão do mundo. Então, bora lá? :D

1) “Estrelas Além do Tempo” (Theodore Melfi/2016/) – Título original: “Hidden Figures”

Estrelas Além do Tempo

Neste longa-metragem, acompanhamos a história de 3 amigas, Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson, que trabalhavam na NASA nos anos 60, desempenhando importantes funções em seus respectivos cargos. Mesmo elas estando por trás de grandes feitos na  história espacial dos Estados Unidos (e da Terra), sendo responsáveis pelo bem-sucedido lançamento do astronauta John Glenn para a órbita do planeta e seu cálculo de retorno em segurança, Johnson, Vaughn e Jackson sabem que o maior desafio de todos é diário e constante: enfrentar o preconceito segregacionista das pessoas unicamente por serem negras. Um filme estrelado por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe que nos ensina verdadeiras lições de vida e nos transmite uma crítica bem interessante sobre a sociedade em que vivemos, pois mesmo sendo feito sobre os anos 60, muita coisa ainda se aplica aos dias de hoje, infelizmente. Se você busca por uma película recheada de diálogos e falas que destroem discursos de ódio, essa é a opção certa.

2) “Manchester à Beira-Mar” (Kenneth Lonergan/2016) – Título original: “Manchester by the Sea”

Manchester à Beira-Mar

Às vezes, um drama não precisa nos fazer chorar incontrolavelmente para nos fazer compreender as dores e o sofrimento de um personagem e nem por isso ele é menos eficaz. Ao assistir esse filme, tive a nítida impressão de estar acompanhando um relato sincero, honesto e quase documental da vida de Lee Chandler, vivido por Casey Affleck. Como se eu estivesse lá, presente em casa cena, apenas observando. Diálogos incrivelmente duros marcam a película e nos ensinam que muita coisa pode ser dita pelo não dito. Um drama para refletir.

3) “La La Land – Cantando Estações” (Damien Chazelle/2016) – Título original: “La La Land”

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A bela história do casal Mia e Sebastian nos envolve do começo ao fim, literalmente. É uma tarefa quase impossível não se entregar de coração e alma aos mais variados embalos rítmicos do filme, que vai desde canções empolgantes à mais tênues baladinhas apaixonadas. “LLL” me cativou de verdade e quem gosta de musicais também vai se sentir hipnoticamente atraído pelo filme. Mas nem só de música boa, ótimos figurinos e uma excelente direção de arte foi feita esta obra. Existe uma mensagem muito bacana implícita na narrativa que nos faz pensar sobre as nossas prioridades. É um verdadeiro soco no estômago para quem gosta de clichês.

4) “A Chegada” (Denis Villeneuve/2016) – Título original: “Arrival”

A Chegada

Esse filme é pura poesia em forma de imagens e sons. Tão cheio de sutilezas e nuances que chega a ser difícil decifrá-lo por completo. O espectador faz um mergulho profundo nos anseios e sentimentos, nas angústias e paixões da Dra. Louise Banks, interpretada pela brilhante (e ignorada pelo Oscar) Amy Adams, uma linguista que é chamada pelo governo dos Estados Unidos para decodificar um idioma alienígena, na esperança de que assim humanos e aliens possam estabelecer um diálogo. Esqueça seus preconceitos contra filmes sobre “ETs” porque este longa-metragem desconstrói tudo o que você acha que sabe a respeito.

5) “Moonlight – Sob a Luz do Luar” (Barry Jenkins/2016) – Título original: “Moonlight”

Moonlight - Sob a Luz do Luar

É alarmante como, no mundo todo, ainda existem pessoas que não se atentem aos danos que o bullying pode causar na vida de alguém. Em “Moonlight”, acompanhamos a trajetória de Chiron, um negro gay da periferia de Miami. Se sofrer algum tipo de preconceito já é doloroso, imagina ser duplamente alvo de pessoas preconceituosas? A única coisa que tenho a dizer sobre este filme é: Obrigado. Devo agradecer pela sua identidade, os seus desejos, as suas angústias. Little, Chiron, Black: Todos esses nomes são acepções do mesmo sujeito. Uma vida fragmentada, estilhaçada, destruída e reconstruída a partir de um trauma. Ao mesmo tempo, penso “Moonlight” como uma espécie de “Boyhood” às avessas. Diferente do projeto de Richard Linklater, a ideia aqui é perseguir a existência de uma pessoa ao qual o “sonho americano” não alcança. É difícil medir, nesse sentido, a quantidade de sofrimento e de indecisão que esse homem, negro e gay, duplamente discriminado, passa durante o filme. Estou também totalmente fascinado pela atuação sensível de Mahershala Ali; pela trilha sonora delicada, mas, ao tempo, presente; e pela fotografia. “Moonlight” é cinema dos grandes, daqueles que nos fazem pensar.

6) “Capitão Fantástico” (Matt Ross/2016) – Título original: “Capitain Fantastic”

Capitão Fantástico

Poderia fazer uma breve análise sobre o filme, mas ficarei com uma bela frase dele: “Poder ao povo! Abaixo ao sistema!”. Só dela ter sido proferida num filme indicado ao Oscar (ápice do egocentrismo capitalista) é motivo suficiente para fazer dele um clássico recém-nascido. Belíssimo em amplos sentidos! O espectador pode ver de perto a vida alternativa de uma família norte-americana que optou viver numa floresta. Longe da civilização, eles aprendem juntos a viver no planeta sem agredir o meio-ambiente e se tornam pensadores natos já que a única diversão é ler e descobrir coisas novas a respeito do mundo.

Já assistiu algum desses filmes? Conta nos comentários! Espero que gostem das recomendações. Até a próxima! :D

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Colaboradores
Quero apresentar para vocês os novos parceiros e colaboradores do blog Teka Tecla. Gostaria de agradecer a confiança de todos os envolvidos e o carinho que cada um tem comigo! Obrigada pela ajuda, presentes, dicas e a dedicação de cada um   Conheça agora um pouco sobre a história de cada um deles.


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Criada em 2008 a Emme oferece roupas e acessórios conectados nas mais atuais tendências de moda a um preço ótimo para a mulher jovem, urbana e informada. Uma marca que alia inovação e variedade. Com um ambiente moderno, alegre e divertido da loja às minicoleções que acompanham os últimos lançamentos, a EMME atende um público cheio de atitude e paixão por novidades.

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Pammela, 29 anos, dona do Ateliê Boa Sorte na Cozinha. Minha história com a confeitaria começa assim… Foi numa noite a toa com 17 anos que resolvi fazer meu primeiro bolo confeitado, bolo Merenge de Morango, foi nesse dia que eu percebi o quanto amava fazer doce, foi dai que começou a surgir o papo – Vou fazer gastronomia! Aaah mas eu mal sabia que muita coisa aconteceria até eu conseguir fazer gastronomia. Antes de resolver fazer gastromia, tentei fazer faculdade de informática e nutrição, mas não muito feliz com os cursos, decidi que realmente era hora de seguir meu sonho, foi ai que finalmente fui fazer GASTRONOMIA. Comecei a testar receitas em casa e postava a foto dos pratos nas redes sociais e meus amigos e familiares sempre falavam – Porque você não faz um blog de receitas? Foi ai que nasceu o Boa Sorte na Cozinha, meu blog de receitas e logo em seguida o surgiu o ateliê, onde faz doces, bolos, ovos de páscoa por encomenda.

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Luciana Oliveira, 21 anos. Estuda Publicidade e Propaganda e fotógrafa a 6 anos. A paixão por fotografia vem desde pequena, mas o interesse em trabalhar na área começou após sua festa de 15 anos, na época, ela se apaixonou pelas fotos da sua festa e decidiu seguir essa carreira. Começou fotografando eventos em sua escola como trabalho voluntário e assim foi surgindo as indicações e começou seus primeiros trabalhos como fotógrafa de festas infantis. Crescendo na área, foram surgindo outros tipos de eventos como casamentos, debutantes, corporativos, entre outros… Procura sempre estar atualizada, indo em feiras de fotografia, workshops, cursos e participando de grandes eventos de fotografia. Tudo isso por um objetivo, registrar com qualidade os momentos mais importantes da vida de cada cliente que contrata seus serviços. Além de muito esforço e dedicação, sente muito amor pelo que faz!

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Priscila Santana, tenho 23 anos, moro em Osasco-SP. Sou blogueira, maquiadora e designer de sobrancelhas. Minha paixão pela maquiagem vem desde a minha infância, com aqueles kits infantis mega coloridos. A partir dos 11, 12 anos fui apresentada para a maquiagem de verdade. Na escola era conhecida por levar mais maquiagem do que material e minhas amigas sempre me aconselhavam a seguir esse caminho já que era nítida a minha paixão por esse mundo. Em meados de 2015 comecei a levar esse trabalho a sério, fiz curso online e também presencial. Mas apenas pelo diploma, a prática e as técnicas eu já dominava. Foi então que resolvi incrementar meu trabalho com o curso de designer de sobrancelha, henna e depilação com linha egípcia. Descobri que a área de estética é minha grande paixão. Atualmente atendo na minha residência, mas pretendo o mais breve possível abrir meu espaço físico, o Ateliê Priscila Santana.

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Meu nome é Márcio, mais conhecido como Mark na internet. Criei o Vlogue numa brincadeira da revista Vlogue e Vlog. No canal falo sobre comportamento, TV, cinema, tags e muito mais. Sempre tem convidados diferentes. Agora o canal vai contar com duas novidades, o quadro Na Cama com Mark onde irei falar de temas diversos de uma forma totalmente diferente do conteúdo dos outros videos, mais próximo dos inscritos, dando a liberdade para que eles tenham mais interação, podendo enviar videos ou perguntas. A outra novidade é o Dubstrash onde eu e a Bruuh Canuto iremos fazer dublagens de seriados de um jeito totalmente debochado.

COLABORADORES

Hugo

Hugo Nery, deficiente físico, sempre viveu sendo tratado de uma maneira infantilizada por aqueles que não o conheciam verdadeiramente. O simples fato dele acertar as horas já era motivo de aplausos. Por muito tempo, isso o atrapalhou nas relações sociais. Cansado disso e preocupado com outras pessoas que passam ou podem passar pelo mesmo problema, ele criou o Eficientes, um projeto que tem por objetivo mudar os pensamentos das pessoas mostrando como e o que é ser um deficiente.

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Guilherme Guimarães – Nerd com orgulho, capricorniano com ascendência em Aquário, entusiasta cinematográfico e escritor por natureza, essas são as principais definições deste estudante de Publicidade e amante da Sétima Arte que gosta de ver filmes, séries e escrever sobre isso. Redator publicitário há 4 anos, assistir a vida que acontece nas telas do cinema e ler as histórias mais fantásticas sobre terras distantes, dragões e magos são seus hobbys favoritos, além de produzir conteúdo para a sua página Claquette, no Facebook.